quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Consultoria com resultados



Hoje terminou um contrato de consultoria. Foram meses de trabalho e resultados gratificantes.


Mesmo com muitos problemas a serem resolvidos conseguimos lançar duas das três campanhas que tínhamos criado. Uma das campanhas a Fundação da empresa em São Paulo seguiu o mesmo modelo de abordagem.



Seguem abaixo os resultados obtidos:


·         Desenvolvemos um setor comercial na empresa.


·         Treinamento de Vendas e Motivacional para toda a Equipe.


·         Criação Três campanhas e duas desenvolvidas durante a consultoria.


·         Redução dos preços com fornecedores de produção gráfica.


·         Aumentamos as parcerias com empresas locais.


·         Crescimento de 700% do Facebook  e aumento de  interatividade.


·         Crescimento de 10% de sua clientela


·         Faturamento para empresa de Pouco mais de R$ 23.000,00 através da atuação constante no setor comercial durante os três meses finais.  


Obrigado a todos que me aturaram durante esses seis meses de convivência.


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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Super Freakonomics



          Assim como o Freakonomics, o Super Freakonomics deu uma aula de como investigar os dados para tomar decisões e não acreditar sempre na sabedoria convencional, sensacionalismo ou autopromoção.

Com assuntos mais interessantes que o primeiro livro, como, aquecimento global, altruísmo, entre outros. O livro mostra todos os dados positivos e negativos sobre os assuntos abordados.

A leitura é tão interativa que logo após mostrar várias estatísticas ou informações sobre o assunto, você se faz a seguinte pergunta. Mas e se formos por outro caminho? Imediatamente ele te dá outro caminho, como se ele soubesse que você estaria intrigado com a primeira resposta.

E a conclusão é no mínimo coerente e divertida. O título é: “Macaco também é gente”.

Fala sobre um experimento do economista Keith Chen, que um dia se faz a seguinte pergunta: O que aconteceria se eu ensinasse a um bando de macacos a usar dinheiro?

Por mais absurdo que possa parecer ele fez essa experiência, ensinou macacos a usar dinheiro. E ele teve as respostas mais incomuns que se possa imaginar. Eu não vou tirar esse gostinho, se quiser saber e entender um pouco mais sobre essas aberrações econômicas e científicas, leia o livro.

Mas deixo a seguinte pergunta: Será que micos podem se prostituir? 


Fonte da Foto: Clique Aqui

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Doce Loukura


Quando tinha entre 13 e 14 anos, montei um grupo de samba com alguns colegas de idades parecidas. Meu pai sempre gostou muito de samba, então apadrinhou o grupo, comprando todos os instrumentos para podermos ensaiar, nos levava para shows, carregava todos os equipamentos e mais o que precisasse.

Acabei ali tendo minha primeira experiência como líder e, ali tive meu primeiro fracasso como um.

Não era um líder que exercia autoridade, simplesmente tinha o poder, era o dono do grupo, eu montei o grupo, eu tinha os instrumentos, então o grupo era meu e eu mandava. É, de fato, não estava preparado para essa oportunidade de liderar pessoas.

Éramos jovens, muitos deles estavam nisso por brincadeira e não gostavam de ensaiar, isso me deixava furioso, pois levava aquilo à sério demais, sempre fui muito competitivo. Eu reclamava, ameaçava e fazia de tudo para que eles ensaiassem, e se algo saísse do planejamento eu ficava revoltado.

Eu não exercia liderança colaborativa e também não era visto assim. Infelizmente como para todos não passava de brincadeira ninguém tomou meu lugar. Eu nem era o melhor instrumentista ou cantor, pensando bem, era bastante preguiçoso para a música, não sei por que cobrava tanto. Tínhamos duas estrelas Sandro vulgo Guelo, e Douglas também chamado de Sapê, os dois eram os mais novos e mais talentosos do grupo. Eles tocavam reco-reco e surdo, respectivamente, mas sabiam tocar qualquer outro instrumento de percussão que dessem a eles, realmente eles eram muito bons, mas também os menos dedicados, por serem melhores que todos os outros. Muitas vezes não iam ensaiar, às vezes chegavam atrasados aos shows.

Então, depois que eles sentiram que eu não exercia mais controle sobre eles, faziam as coisas para me desafiar e ver quem era o mais forte e eu sempre entrava na briga. Isso foi nos desgastando.

Sempre depois de uma briga eu procurava remediar a relação, acabava fazendo suas vontades, os deixando com mais poder sobre mim.

Foi uma época muito divertida conhecemos muitas pessoas e lugares, mas eu não estava preparado para lidar com conflitos, sempre pensei que ganharia no grito e isso é muito ruim. Fui um mau líder.

Hoje em dia nos damos melhor que na época, até porque já crescemos e hoje rimos de tudo isso.

                Depois que o grupo acabou eu fiquei um pouco traumatizado com liderança e quis estudar sobre o assunto, para que no futuro eu não cometesse os mesmos erros.

  • Nunca entre em um conflito de egos com sua equipe. 
  • Você não é um líder com autoridade, a não ser que sua equipe o veja assim.
  • Procure aperfeiçoar seus talentos pessoais e profissionais para que possa liderar uma equipe.
  • Não seja mão de ferro, mas não seja mole demais.
  • Não faça o melhor para você ou para um, sempre busque o melhor da equipe.
  • Se errou, admita peça desculpas e conserte o erro.
  • Busque a motivação de sua equipe para sempre serem os melhores, mas que para isso precisam de treino.
  • Você pode até ser bom sozinho, mas com uma equipe engajada, será muito superior.



O que me ajudou a crescer nesse sentido?
Na UNESA, Gestão para Indústria de Petróleo e Gás, todas as matérias relacionadas a liderança e gestão de pessoas.

Todos os livros e artigos que li sobre o assunto, que serão citados em breve no blog.





Na frente: camisa azul, Sandro (Guelo), Eu no meio e Rodrigo (Digo).
Atrás:  Boné amarelo, Rivert, Douglas (Sapê) no meio e Vinicius.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Um dia um tanto divertido.

Ontem foi um dia daqueles que todos os empreendedores têm que passar para atingir parte de seu crescimento pessoal, acho que não só empreendedores, mas qualquer pessoa.


Enquanto estou fazendo o meu plano de negócios tenho que fazer alguns serviços para ganhar dinheiro, então ainda faço algumas produções gráficas e consultorias para pequenas empresas.


Ontem tive que atender um cliente em Nova Iguaçu e fazer uma entrega em outro cliente em Anchieta onde faço consultoria, apenas um detalhe, tudo de ônibus e debaixo de um dilúvio. Quando cheguei até o cliente de Nova Iguaçu, acertamos todos os detalhes e fui para o fornecedor para depois ir para Anchieta.


Nesse trajeto pisei em uma poça que deixou meu sapato todo molhado e tomei um banho do ônibus que passou em uma poça maior ainda, mas cheguei vivo. Depois que fiz a entrega tive que cumprir a rotina marcada com esse cliente.


Quando pensei que estava tudo bem fui guardar alguns documentos, nesse processo me cortei com a trinca do armário. Já estava meio cansado, então fiquei mais lerdo que o normal, rs. Depois disso esse cliente estava com um problema em sua caixa de luz, por isso chamou a Light. Quando eles chegaram eu estava mais próximo de onde estava localizado o relógio.  Então os acompanhei até o local, quando cheguei perto o relógio teve um pequeno curto causando uma labareda, mas que pegou de leve em minha mão.


Acho que isso me deixou um pouco mais lerdo, fazendo com que eu esquecesse meu guarda-chuva.


Logo depois disso, fui à casa de minha namorada. Após o jantar peguei um ônibus de volta para casa. No meio do caminho alguns amigos me ligaram para jogar futebol, como estava precisando relaxar topei, pedi para que eles pegassem minha chuteira e meia, contudo ainda sob efeito do choque, esqueci-me de pedi short e camisa. Tive que jogar com um short duas vezes menor que eu e com a mesma camisa que atendi os clientes.


Quando acabou peguei uma carona até a minha rua, mas no meio da viagem procurei minha carteira e não achei no primeiro momento, então comecei a tirar as coisas da bolsa, depois de algum tempo finalmente a encontrei. Quando guardei tudo que tinha tirado da mochila, me esqueci de guardar o celular e chave de um amigo. Então tivemos que chamar mais duas pessoas que sabiam onde morava o rapaz que me deu carona, para que pudéssemos pegar os pertences. Enquanto aguardávamos estava com meus sapatos na mão, e adivinhem, quando tudo terminou acabei os esquecendo na rua. Por sorte uma senhora muito simpática os guardou e quando voltei para pegar ela me devolveu.


Depois disso tudo eu ainda estava rindo do meu dia e de como fui disperso com várias situações, coisa que não é tão normal de acontecer, mas associei isso ao cansaço e fui dormir.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Steve Jobs



Dois livros sobre o um dos maiores nomes do mundo nos últimos tempos Steve Jobs.

Se eu parasse o texto na frase acima vocês já deveriam ler esses livros pelo menos uma vez.

A cabeça de Steve Jobs por Leander Kahney e a biografia completa de Steve Jobs por Walter Isaacson. O segundo muito mais profundo que o primeiro. Mas os dois são muito bons.

Para mim foi uma experiência ímpar ler a biografia de um gênio. Como ele agia, pensava, conduzia seus sonhos e projetos, até seus erros foram interessantes. Foi como se eu tivesse conhecido Steve pessoalmente, rs.

No fim do livro quando o autor fala sobre sua morte eu senti um vazio e tristeza como nunca havia sentido lendo um livro, parece que realmente eu vivi com ele todos os momentos citados nessa bela obra.

A cabeça de Steve Jobs eu li em 2010
A biografia foi no final de 2011